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Contracultura

O amor é o cumprimento da lei | O Amor e a Justiça Divina – L13 | 1Tri25

Isaque Resende 23 de março de 2025 1623 3 3


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    O amor é o cumprimento da lei | O Amor e a Justiça Divina – L13 | 1Tri25
    Isaque Resende

 
Série: O Amor e a Justiça Divina – 13/13
Lição da Escola Sabatina – CPB – 1º Trimestre de 2025
Lição 13 – O amor é o cumprimento da lei

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Fala seus Cristãos Cansados, Graça e paz a todos os santos da internet! Bem-vindos à nossa série “O amor e a justiça de Deus”, onde estudamos a lição da escola sabatina. Hoje, vamos mergulhar no último episódio do trimestre: “O amor é o cumprimento da lei”.

Já pensou como seria viver em um mundo onde o amor e a lei andam de mãos dadas e tudo está na mais perfeita paz e harmonia? Parece utopia, não é? Mas e se eu te disser que é exatamente isso que Deus planejou para nós?

Só que muitas vezes, pensamos na lei como algo frio, relacionado a punição e castigo, algo distante, cheio de “não pode isso, não pode aquilo”. Nada a ver com relacionamento. E quanto ao amor? Ah, o amor soa tão livre, tão leve, tão solto! Mas será que esses dois conceitos são realmente opostos?

Imaginem comigo: e se a lei de Deus fosse como um mapa para uma vida plena, e o amor fosse o combustível que nos move nessa jornada? É como se Deus nos dissesse: “Olha, eu criei essas instruções não para limitar vocês, mas para que vocês possam florescer!”

Satanás acusou de Deus de criar leis que limitam a criação, mas a verdade é que as leis justamente para nos dar a liberdade de sermos tudo o que fomos criados para ser. Quando nos rebelamos para fazer o que achávamos que era liberdade, a realidade se mostrou completamente diferente. Morte, dor, maldade e pecado. Nos tornamos escravos daquilo que pensávamos que fosse liberdade. Era exatamente o que Deus queria evitar com sua lei.

Pense nisso: quando amamos alguém de verdade, não queremos o melhor para essa pessoa? Não queremos protegê-la, cuidar dela? É exatamente assim que Deus pensa quando nos dá Sua lei – é um ato de amor puro!

Mas como isso funciona na prática? Como podemos viver uma vida onde o amor e a lei de Deus se encontram de forma harmoniosa? É sobre isso que vamos conversar hoje. Prepare seu coração, abra sua mente, e vamos juntos descobrir como o amor de Deus se manifesta através de Sua lei, e como podemos viver esse amor no nosso dia a dia.

[Vinheta de abertura]

Antes de prosseguirmos, não esqueça de se inscrever no canal e ativar as notificações para não perder nenhum vídeo! Porque semana que vem já vamos começar uma nova série.

Já pensou se Deus simplesmente apertasse um botão e – puf! – todo mundo O amasse automaticamente? Imagina só. Ninguém jamais desobedeceria as ordens divinas e o mal jamais entraria no universo. Parece bom, né? Mas será mesmo? 

Veja bem, Deus deseja que todos O amem. Jesus até disse que amar a Deus é o maior dos mandamentos. Mas aqui está a questão: por que, então, nem todo mundo ama a Deus? É aí que entra algo incrível sobre o caráter de Deus. Ele poderia facilmente fazer com que todos o amássemos, afinal, Ele é todo-poderoso, certo? Mas Ele escolheu não fazer isso. Por quê? Porque Deus quer um relacionamento genuíno conosco.

Pense assim: se alguém te obrigasse a amá-lo, seria amor de verdade? Claro que não! O amor verdadeiro precisa ser dado livremente, recebido livremente e mantido livremente. É por isso que Deus nos criou com o livre-arbítrio: “Eu quero que você me ame, mas a escolha é sua”. Isso mostra o quanto Ele respeita nossa liberdade e valoriza um amor autêntico.

Mas isso também significa que algumas pessoas poderiam escolher não amar a Deus. E, embora isso tenha partido o Seu coração, Ele aceitou que assim fosse, porque o amor forçado não é amor de verdade. Não teria como ser diferente da Sua natureza de amor.

[…]

E é dentro desse contexto de liberdade e amor que entra a discussão sobre a lei. Sabe, às vezes a gente pensa na lei de Deus apenas como um monte de regras abstratas sobre o que pode e o que não pode, mas na verdade, é muito mais do que isso. É uma expressão do relacionamento que Deus quer ter com a gente!

Você já deu uma olhada atenta aos Dez Mandamentos? Já notou que eles começam com Deus se apresentando antes de qualquer coisa? “Eu sou o Senhor, seu Deus, que tirou você do Egito, da terra da escravidão.” É Deus dizendo: “Ei, lembra de mim? Fui eu quem te libertou! Quer entrar em um relacionamento comigo?”

E só aí vem o primeiro mandamento: “Não tenha outros deuses além de mim.” Não é uma ordem fria, é um convite a um relacionamento exclusivo. É como se Deus dissesse: “Eu quero ser o número um na sua vida, porque eu sei que isso vai ser o melhor para você!”

E olha só o quarto mandamento, sobre o sábado. Deus diz: “Lembre-se do dia de sábado para santificá-lo.” Por quê? Porque Deus quer passar um tempo de qualidade com a gente! É como marcar um encontro semanal com o melhor amigo ou com o amor da sua vida.

E os mandamentos sobre nossos relacionamentos com outras pessoas? “Honre seu pai e sua mãe”, “Não mate”, “Não roube”… Todos eles são sobre como viver em harmonia, como uma família. É Deus nos ensinando a amar uns aos outros como Ele nos ama. E quando a gente entende a função amorosa da lei, vemos que essas limitações não são para nos tirar a liberdade, mas para abrir um universo inteiro de possibilidades onde todos são respeitados e amados uns pelos outros, sem ferir ninguém, sem trair esse amor.

[…]

Agora, talvez você já tenha ouvido alguém citar aquela frase que diz que a graça de Deus anula a lei, não é? Pois é, não é bem assim. Na verdade, Bíblia vai nos ensinar que a graça confirma a lei! Pensa comigo: se a lei é santa, justa e boa, como diz Paulo em Romanos 7:12, por que Deus iria querer se livrar dela? Não faz sentido, né? É como se Deus dissesse: “Olha, eu criei essa coisa maravilhosa, perfeita e boa pra vocês… mas agora vou jogar fora”. Não combina com o Deus que conhecemos, combina?

O que acontece é que a graça de Deus, através de Jesus, não veio pra acabar com a lei, mas pra cumpri-la perfeitamente. Jesus mesmo disse que não veio abolir a lei, mas cumpri-la. E ele foi além, falou que “até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra”.

Mas aí você pode estar pensando: “Opa, peraí! Jesus falou ‘até que o céu e a terra passem e tudo se cumpra’. Isso não quer dizer que um dia a lei vai acabar?” Boa pergunta! Vamos pensar juntos sobre isso.

Quando Jesus fala do céu e da terra passando, ele está se referindo à consumação de todas as coisas, ao cumprimento final do plano de Deus de restaurar todas as coisas. É como se ele dissesse: “A lei é tão importante e eterna quanto o próprio universo!”

Mas o que acontece quando tudo se cumprir, quando o plano de Deus se completar? Aí, meus amigos, é que a coisa fica interessante! Não é que a lei vai desaparecer, mas ela vai se tornar tão natural pra gente quanto respirar.

Imagine aqui comigo um exemplo banal. Você vive em um condomínio fechado com várias casas. Os vizinhos se respeitam e sabem viver em comunidade. Até que um belo dia, o seu vizinho da frente resolve ligar o som do carro numa altura ensurdecedora com aquele tipo de música que torna a vida de todo mundo um inferno. Todo mundo sabe que aquilo é falta de educação e consideração pelos outros que moram no condomínio, mas como não tem uma regra que proíbe som alto, esse cara acha que pode fazer isso. Deveria ser algo natural entre pessoas civilizadas, apenas senso comum. Mas agora, por causa desse um indivíduo que não respeita ninguém, o condomínio precisa se reunir e votar uma regra que proíba som alto. E talvez até tenha que colocar uma placa na frente das casas informando a regra.

Agora, imagina um mundo onde todo mundo ama perfeitamente a Deus e ao próximo. Nesse mundo, ninguém precisa de um papel escrito “não mate” ou uma placa que diz “não roube”, porque o amor perfeito torna essas coisas simplesmente impensáveis. A lei estará escrita nos corações e na nossa natureza, como Deus prometeu através de Jeremias.

Então, quando o céu e a terra passarem, e o novo céu e a nova terra chegarem, a lei não vai sumir – ela vai se cumprir perfeitamente em cada um de nós. Não vamos mais precisar de lembretes externos porque o amor de Deus será a essência do nosso ser. É por isso que a graça não anula a lei – ela nos capacita a viver a lei do amor em sua plenitude. Deus não só nos mostra o caminho, mas dá poder pra andarmos nele”.

[…]

Outra coisa que é comum a gente ouvir por aí é que a lei e a graça são opostas, como se não pudessem andar juntas. Mas será que é assim mesmo?

Vamos dar uma passo atrás pra entendermos isso melhor. Na época do Antigo Testamento, os povos vizinhos de Israel adoravam deuses que eram totalmente imprevisíveis. Ninguém sabia o que eles queriam ou como agradá-los. Deve ter sido assustador viver assim, né? Mas o Deus da Bíblia é diferente. Ele deixou bem claro o que O agrada.

Agora, você pode estar pensando: “Opa, peraí! Por que eu preciso agradar a Deus? Isso não parece meio egoísta da parte dele?” Boa pergunta! Na verdade, quando Deus nos diz o que O agrada, Ele está pensando no nosso bem. O que agrada a Deus é justamente o que é melhor para nós, tanto individualmente quanto como comunidade.

É como um pai que diz ao filho: “Filho, me agrada muito ver você estudando”. O pai não está sendo egoísta; ele sabe que o estudo vai beneficiar o filho no futuro. Da mesma forma, Deus nos dá diretrizes porque nos ama e quer o melhor para nós.

Mas aí vem a parte complicada: mesmo sabendo o que agrada a Deus, muitas vezes a gente não consegue fazer isso, não é? É aí que entra a promessa incrível que Deus faz em Jeremias 31. Deus diz: “Porei a minha lei no seu interior e a escreverei no seu coração. Serei o seu Deus, e vocês serão o meu povo”.

Isso é revolucionário! Deus está dizendo que vai mudar a gente por dentro. Não é só uma questão de seguir regras externas, mas de ter um coração transformado. Isso me lembra a conversa de Jesus com Nicodemos em João 3. Jesus fala sobre nascer de novo, sobre uma transformação completa. Não é sobre tentar ser bonzinho por fora, mas sobre ser transformado por dentro pelo Espírito de Deus.

Nós jamais conseguiríamos fazer isso, pois desde o primeiro pecado, perdemos nosso livre arbítrio pleno. É somente por ato de graça da parte de Deus que nós podemos ter alguma chance. É porque Ele escolheu nos buscar de volta. Então, veja só: a lei nos mostra como Deus é e como devemos viver, mas como não podemos obedecer por vontade própria, a graça nos dá o poder de viver assim. Não são opostas, são parceiras!

[…]

E novamente, a gente pensa na graça como oposta à lei, porque a gente continua pensando na lei como uma lista de regras, mas é muito mais do que isso. Paulo nos diz em Romanos 13:8 que “quem ama o próximo tem cumprido a lei”. Ou seja, o amor não é só uma parte da lei, é o seu cumprimento pleno! E nós só poderemos ser capazes de amar, porque Cristo nos amou primeiro, quando ainda éramos pecadores. Isso é a graça. É o grande presente.

Mas o que significa amar de verdade? Jesus nos dá uma pista quando fala sobre os “aspectos mais importantes da lei” em Mateus 23:23, como vimos na semana passada. Ele menciona a justiça, a misericórdia e a fidelidade. Não é só sobre seguir regras, mas sobre como tratamos as pessoas e como vivemos nossa fé no dia a dia.

Pense no mandamento do sábado, por exemplo. Em Deuteronômio 5, vemos que o sábado não é só sobre descanso, mas sobre liberdade e justiça. É um lembrete de que Deus libertou o povo da escravidão. E em Isaías 58, o profeta nos desafia a fazer do sábado uma delícia, não só para nós, mas cuidando dos outros também, compartilhando o descanso.

Então, como podemos viver isso no século 21? Como podemos ser justos, misericordiosos e fiéis em nossa sociedade hoje? Talvez seja ajudando alguém que está passando por dificuldades, ou lutando contra injustiças que vemos ao nosso redor. Pode ser perdoando alguém que nos magoou, ou sendo honestos mesmo quando é difícil e pode gerar prejuízo.

O amor que cumpre a lei não é passivo. É ativo, é prático. Ou seja, não é só, por exemplo, sobre não roubar o que é do outro. É também sobre repartir voluntariamente o que é seu. É ver as necessidades dos outros e agir. É tratar as pessoas com dignidade, independente de quem sejam. É ser fiel a Deus e aos nossos valores, mesmo quando não é conveniente. Quando vivemos o amor na sua extensão máxima, estamos longe de cometer qualquer ato que possa quebrar a lei. É como se a lei fosse o asfalto e a gente está viajando de avião.

Então, meus amigos, ao chegarmos ao ponto final dessa nossa jornada sobre o Amor e Justiça de Deus, lembre-se do mandamento mais poderoso que Jesus nos deixou: “Amem uns aos outros como eu amei vocês”. E ele vai além, dizendo que é assim que todos saberão que somos seus discípulos – pelo nosso amor uns pelos outros.

Imagine se cada um de nós decidisse viver assim, amando de verdade. Como isso mudaria nossas famílias, nossas comunidades, nosso mundo? Não seria incrível? Esse é o tipo de amor que Jesus nos chama a ter. Um amor que não só cumpre a lei, mas que transforma vidas. E a melhor parte? Não precisamos fazer isso sozinhos. Deus promete nos dar um coração novo, capaz de amar assim. 

E ao fazermos isso, estamos mergulhando as pessoas na realidade do Deus triúno – um Deus que é, em sua essência, uma comunidade de amor. Estamos mostrando ao mundo um vislumbre do céu aqui na terra. E levantando as evidências de que o jeito de Deus de governar o universo é o melhor jeito que tem.

Lembre-se: quando amamos o mundo como Cristo o amou, estamos cumprindo sua missão. Estamos nos tornando aptos para o céu, porque temos o céu em nossos corações.

Então, que tal aceitarmos esse desafio juntos? Vamos amar de forma radical, como Jesus nos amou. Vamos ser conhecidos pelo nosso amor.

E não se esqueça de se inscrever no canal e ativar as notificações para não perder o próximo episódio, onde começaremos uma nova jornada sobre como estudar as profecias bíblicas. Vai ser incrível. Até lá, que o amor de Cristo transborde em suas vidas!

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