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O Problema do Mal — parte 1

Existe clara­mente algo de erra­do com este mun­do. Entre atos de genocí­dio, home­ns-bom­ba, poluição para todo lado, assaltos aleatórios nas ruas, abu­so sex­u­al e bom­bas inteligentes que estu­p­ida­mente matam cri­anças, todos nós podemos diz­er que algum tipo de mal per­ver­so dis­torceu as mentes e corações dos seres humanos. Nós quer­e­mos acred­i­tar que o mun­do e aque­les que vivem nele são basi­ca­mente bons, mas a maio­r­ia das evidên­cias diárias pare­cem cor­rer na direção opos­ta. Deus pode ser bom e ain­da per­mi­tir tan­ta dor e sofri­men­to no mun­do? Existe algu­ma razão para esper­ar que existe algo mel­hor abaixo da super­fí­cie do que vemos e exper­i­men­ta­mos?

A Bíblia nos diz que as coisas não foram sem­pre dessa for­ma. De acor­do com a Bíblia, antes de haver uma Ter­ra, antes mes­mo de haver um uni­ver­so, havia um Amante Eter­no, um Ser cuja própria natureza era e é amor. “Com amor eter­no te amei,” declara este Ser (Jer. 31:3). Antes de haver uma ter­ra ou qual­quer ser humano, este amoroso Deus vis­lum­brou como seria ter um uni­ver­so cheio de criat­uras que pode­ri­am amar e serem ama­dos. Como uma mul­her que se apaixona por seu bebê antes mes­mo de ele nascer, Deus amou a cri­ação antes de ela ser cri­a­da. “Deus é amor” (1 Jo. 4:8).

A Bíblia segue nos dizen­do que Deus preparou o cam­in­ho para a cri­ação preenchen­do-a com inúmeros sím­bo­los do seu amor. Exis­tem flo­res, quase infini­tas em var­iedade, com cen­te­nas de tons de todas as cores imag­ináveis, com incríveis per­fumes var­ian­do entre claro e del­i­ca­do até rico e escuro. Há fru­tas, grãos, nozes e veg­e­tais, com suas infini­tas var­iedades de cheiros, sabores e tex­turas (Gên. 1:11–12; 2:8–9). Há os ani­mais alter­nan­do entre incríveis e mag­ní­fi­cos, como o leão, o tigre e o alce, até os insu­por­tavel­mente fofos, como o coala, o pan­da, o esqui­lo e o suri­cate (Gên. 2:19–20).

O incrív­el deleite que nós encon­tramos nas plan­tas e ani­mais não é uma neces­si­dade da existên­cia. Nós poderíamos viv­er sem a var­iedade de cores e sabores. Poderíamos viv­er sem os ani­mais. Mas a vida não seria nem de per­to tão praze­rosa. Poderíamos tam­bém viv­er sem as canções dos pás­saros, mas quem iria quer­er isso (com exceção talvez do estri­dente pio da gral­ha ou do cor­vo)? E este é ape­nas o iní­cio dos pre­sentes de Deus.

Eu pode­ria falar acer­ca de mon­tan­has e lagos, belos pores do sol sobre os oceanos, o cheiro da gra­ma recém-cor­ta­da e vários out­ros deleites. A Bíblia nos diz que estes desnecessários mas encan­ta­dores aspec­tos do nos­so mun­do são pre­sentes de um extrav­a­gante Amante, que dese­ja preencher a vida daque­les que Ele ama com extra­ordinário amor (Ecl. 3:13, 5:19, Tg. 1:17). E ape­sar do mal que exper­i­men­ta­mos no mun­do hoje, ess­es sím­bo­los do amor de Deus ain­da podem ser perce­bidos e apre­ci­a­dos. Mas se as intenções de Deus eram tão boas, por que há tan­ta dor e sofri­men­to em meio à beleza?

Tudo remete de vol­ta à escol­ha que Deus fez.

Con­tin­ua…

via Jon Paulien
revelation-armageddon.com

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