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As Implicações da Cruz — Final (O Problema do Mal — parte 8)
24 de Janeiro de 2015

As Implicações da Cruz (O Problema do Mal — parte 7)

Qual foi todo o propósi­to da cruz nos planos de Deus? Que difer­ença isso fez? Eu gostaria de destacar duas coisas. Primeiro, a cruz muda a for­ma como olhamos nos­sas vidas pes­soais, em par­tic­u­lar, nos­sos erros e fal­has. De acor­do com a Bíblia, seres humanos não são ape­nas seres imper­feitos que pre­cisam de uma mel­ho­ria, somos rebeldes que pre­cisam baixar as armas. Aque­les que cru­ci­ficaram Jesus não agi­ram de for­ma difer­ente do que teríamos agi­do, se nos fos­sem dadas as mes­mas cir­cun­stân­cias. Em out­ras palavras, a luta para con­seguir vencer o mal, em primeiro lugar, não é uma tare­fa social ou políti­ca, é uma guer­ra con­tra o que há den­tro de mim.

O “arrependi­men­to” não é algo diver­tido. Recon­hecer as fal­has é algo humil­hante e repug­nante. Mas é o cam­in­ho necessário em direção à sal­vação de nos­sas vidas do aspi­ral descen­dente de peca­do e mal que nos cer­ca a todos. É o úni­co meio de traz­er nos­sas vidas de vol­ta aos raios de real­i­dade. Este “arrependi­men­to” é sim­ples­mente recon­hecer a ver­dade acer­ca de nós mes­mos. Nós nun­ca mudare­mos até que este­jamos dis­pos­tos a ser­mos muda­dos, até que recon­heçamos que a mudança é necessária.

O agradáv­el sen­ti­do acer­ca dos planos de Deus é que Ele entende o que é essa luta por aut­en­ti­ci­dade. Ao se sub­me­ter à humil­hação da cruz, Jesus exper­i­men­tou o tipo de entre­ga que nós pre­cisamos. No Jardim do Get­sê­mani ele lutou para se entre­gar aos planos de Deus. E a Bíblia nos ensi­na que se o seguirmos em seu exem­p­lo de entre­ga e humil­hação, tam­bém o seguire­mos na con­quista da morte e encon­traremos nova vida em nos­sa real­i­dade pre­sente (Romanos 6:2–6).

Tragé­dias como o 11 de Setem­bro e o Holo­caus­to são mais do que o tra­bal­ho de alguns fanáti­cos desajus­ta­dos, são sin­tomas de prob­le­mas mais pro­fun­dos que afligem a todos. A luta para recon­hecer o mal que está den­tro de nós é fun­da­men­tal para a condição humana, quer acred­ite­mos nis­so ou não.

Con­clui a seguir em O PROPÓSITO DA CRUZFINAL.

via Jon Paulien
revelation-armageddon.com

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