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A Parábola do (des)crente

O reino dos céus é como dois home­ns, um que cria em Deus e out­ro que não cria.

O primeiro homem esta­va envolvi­do com o pre­con­ceito, o ódio e várias out­ras for­mas de hor­ror con­trários ao amor, onde todas as suas ações cul­mi­navam em bene­fí­cio próprio, e tudo isso enquan­to dizia para o mun­do, “Eu creio em Deus! Deus está comi­go! Deus está do meu lado!”.

O out­ro homem olha­va para toda a injustiça e abu­so feito em nome de Deus, e dizia para si mes­mo, “Eu não creio em Deus!”, ded­i­can­do sua vida a aliviar o sofri­men­to do pobre e a defend­er os oprim­i­dos.

Em seu dev­i­do tem­po, ambos os home­ns mor­reram, e no dia do jul­ga­men­to final, ambos se encon­traram ressur­re­tos em pé diante de Deus. Ges­tic­u­lan­do com sua mão dire­i­ta, Deus disse, “Ven­ha, meu fil­ho, entre na ale­gria eter­na prepara­da para você.”

O homem que cria em Deus sor­riu e deu um pas­so à frente, mas Deus esten­deu sua mão esquer­da e disse, “Não, não é você.” e ges­tic­u­lou para que o descrente viesse. O crente começou a argu­men­tar com Deus, “Ei, espere, eu acred­ite em você, eu fui à igre­ja, eu doei din­heiro para a tua causa, eu con­denei pecadores em teu nome, e até usei apologéti­cas para provar que os descrentes estavam erra­dos.” E Deus disse a ele, “Eu acho que você está me con­fundin­do com algum out­ro deus, quem sabe Belze­bu. Eu não te con­heço e cer­ta­mente você não me con­hece. Afaste-se de mim para as trevas eter­nas.”

O descrente, choran­do de cabeça baixa, disse, “Mas por que fos­te tão gra­cioso para comi­go me chaman­do de fil­ho? Eu não acred­itei em Você.” E o Sen­hor respon­deu, “É claro que acred­i­tou. Você acred­i­tou na justiça defend­en­do o oprim­i­do, e acred­i­tou na mis­er­icór­dia ali­vian­do o pobre, e isso é quem de fato EU SOU. Por isso você é o ver­dadeiro crente. Entre na ale­gria eter­na que pre­parei para você.”

Quan­do o Fil­ho do homem vier em sua glória, com todos os anjos, assen­tar-se-á em seu trono na glória celes­tial. Todas as nações serão reunidas diante dele, e ele sep­a­rará umas das out­ras como o pas­tor sep­a­ra as ovel­has dos bodes. E colo­cará as ovel­has à sua dire­i­ta e os bodes à sua esquer­da. “Então o Rei dirá aos que estiverem à sua dire­i­ta: ‘Ven­ham, ben­di­tos de meu Pai! Rece­bam como her­ança o Reino que lhes foi prepara­do des­de a cri­ação do mun­do. Pois eu tive fome, e vocês me der­am de com­er; tive sede, e vocês me der­am de beber; fui estrangeiro, e vocês me acol­her­am; neces­sitei de roupas, e vocês me vesti­ram; estive enfer­mo, e vocês cuidaram de mim; estive pre­so, e vocês me vis­i­taram’. “Então os jus­tos lhe respon­derão: ‘Sen­hor, quan­do te vimos com fome e te demos de com­er, ou com sede e te demos de beber? Quan­do te vimos como estrangeiro e te acol­he­mos, ou neces­si­ta­do de roupas e te ves­ti­mos? Quan­do te vimos enfer­mo ou pre­so e fomos te vis­i­tar? ’ “O Rei respon­derá: ‘Digo-lhes a ver­dade: o que vocês fiz­er­am a algum dos meus menores irmãos, a mim o fiz­er­am’. “Então ele dirá aos que estiverem à sua esquer­da: ‘Malditos, apartem-se de mim para o fogo eter­no, prepara­do para o dia­bo e os seus anjos. Pois eu tive fome, e vocês não me der­am de com­er; tive sede, e nada me der­am para beber; fui estrangeiro, e vocês não me acol­her­am; neces­sitei de roupas, e vocês não me vesti­ram; estive enfer­mo e pre­so, e vocês não me vis­i­taram’. “Eles tam­bém respon­derão: ‘Sen­hor, quan­do te vimos com fome ou com sede ou estrangeiro ou neces­si­ta­do de roupas ou enfer­mo ou pre­so, e não te aju­damos? ’ “Ele respon­derá: ‘Digo-lhes a ver­dade: o que vocês deixaram de faz­er a alguns destes mais pequeni­nos, tam­bém a mim deixaram de fazê-lo’. “E estes irão para o cas­ti­go eter­no, mas os jus­tos para a vida eter­na”. Mateus 25:31–46

Artigo: Light Bearers - Ty Gibson
Tradução Livre: Cristãos Cansados

Mes­mo entre os pagãos exis­tem aque­les que val­orizam o espíri­to de bon­dade, que tem dado tudo quan­do é pos­sív­el den­tro de seu poder para os mis­sionários a eles envi­a­dos. Eles ado­ram a Deus em sua ignorân­cia, e a muitos deles a men­sagem da luz nun­ca bril­hou, ain­da assim eles não irão pere­cer, pois eles rece­berão a bênção, pois se enga­jaram no tra­bal­ho de Deus. Muitos que nun­ca ouvi­ram a men­sagem de sal­vação estão pron­tos para rece­ber a luz, e Deus con­cede que eles a rece­bam clara como os raios da glória. Eles ouvi­ram o men­sageiro vivo, que traz a men­sagem viva, dizen­do: “Esse, pois, que vós hon­rais, não o con­hecen­do, é o que eu vos anun­cio. O Deus que fez o mun­do e tudo que nele há, sendo Sen­hor do céu e da ter­ra, não habi­ta em tem­p­los feitos por mãos de home­ns; Nem tam­pouco é servi­do por mãos de home­ns, como que neces­si­tan­do de algu­ma coisa; pois ele mes­mo é quem dá a todos a vida, e a res­pi­ração, e todas as coisas; E de um só sangue fez toda a ger­ação dos home­ns, para habitar sobre toda a face da ter­ra, deter­mi­nan­do os tem­pos já dantes orde­na­dos, e os lim­ites da sua habitação; Para que bus­cassem ao Sen­hor, se por­ven­tu­ra, tate­an­do, o pudessem achar; ain­da que não está longe de cada um de nós; Porque nele vive­mos, e nos move­mos, e exis­ti­mos” Atos 17:23–28 Quão sur­pre­sos e ale­gres ficarão os corações daque­les humildes entre as nações, e entre os pagãos, ao ouvir dos lábios do Sal­vador: “Porque tive fome, e me destes de com­er; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me hospedastes; esta­va nu, e me vestistes; enfer­mo, e me vis­i­tastes; pre­so, e fos­tes ver-me. Então, per­gun­tarão os jus­tos: Sen­hor, quan­do foi que te vimos com fome e te demos de com­er? Ou com sede e te demos de beber? E quan­do te vimos forasteiro e te hospedamos? Ou nu e te ves­ti­mos? E quan­do te vimos enfer­mo ou pre­so e te fomos vis­i­tar? O Rei, respon­den­do, lhes dirá: Em ver­dade vos afir­mo que, sem­pre que o fizestes a um destes meus pequeni­nos irmãos, a mim o fizestes.”
Signs of Times, 7 de Agos­to, 1893, pár. 3 e 4

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